domingo, 7 de junho de 2026

ARENGA 888

 

O escritor holandês, Rutger Bregman escreveu um livro cujo subtítulo é “UMA HISTÓRIA OTIMISTA DO HOMEM”. Depois disso temos esta pérola no jornal Folha de São Paulo: “O PAPA DIZ QUE DEUS ESTÁ DO LADO DOS POBRES”. Depois, no mesmo jornal, provando que na Itália também tem bobo prá tudo, temos: “PASTORA BRASILEIRA LIDERA IGREJA PENTECOSTAL HÁ 32 ANOS NA ITÁLIA”. A matéria diz que no domingo a igreja com capacidade para mil pessoas fica cheia e que quando a banda em alto volume para de tocar a pastora diz: “Jesus disse: ‘Se você quer vir atrás de mim, pegue a sua cruz e me siga”. Por essas e outras é que na humanidade, não tendo o raciocínio acompanhado o desenvolvimento material, os intelectuais vivem outro mundo que não é este em que vivemos. É possível encontrar razão para otimismo na raça humana atual vil e tão estúpida que como diz o historiador Barns vive a destruir o que construiu? E, mais ainda: junto aos escombros das destruições do que foi construído também destroem, como se pode ver na televisão, os próprios irmãos que lá se encontravam com suas crianças? E além do mais, como haver otimismo em relação a essa raça maldita que também destrói impiedosamente seus próprios irmãos nas guerras por serem considerados inimigos? Não há boa vontade capaz de encontrar otimismo numa humanidade onde irmãos sejam inimigos de irmãos.

Quem está correto a respeito da humanidade é o escritor Ruy Castro do jornal Folha de São Paulo escreveu um sensato e bem humorado artigo intitulado “A CADA SEGUNDO NASCE UM OÁRIO”. Esse escritor é o primeiro intelectual a tocar no porquê de ser tão mal estruturada a sociedade humana uma vez que otários não têm capacidade de organizar coisa alguma.

O dito “me diga com quem você anda que eu lhe digo quem você é” parece ter sido feito justamente para dizer da mediocridade dos seres humanos. Nada mais é preciso do que uma simples constatação de que as pessoas mais valorizadas para a humanidade são as de menor valor cultural, pessoas totalmente desqualificadas em todos os sentidos em relação a sociabilidade é que são as de maior valor para os seres humanos, tão incapazes de perceber a realidade da vida que as atividades que obtêm maior sucesso são golpes de desonestidade, principalmente por falsos líderes que em vez os conduzirem os liderados por um caminho apropriado que os leve à capacidade de viverem com um mínimo possível de sofrimento, fazem justamente o contrário iludindo-os com a falsidade tanto de uma economia que enriquece os ricos com o trabalho dos pobres ou com a mentira de um deus que os quer sempre conformados ne situação de ludibriados com divertimentos como se fossem crianças.

A exorbitância de alegrias que se vê pelaí é clara evidência de que para os seres humanos em vez das três fases de vida de infância, juventude e velhice, só existem a da infância e a da velhice, resultando uma velhice de infelicidades por falta do amadurecimento espiritual adquirido na segunda etapa da juventude, cuja ausência leva a uma velhice infelicitada pelo temor do espeto em brasa do satanás a espera da alma do pecador por fazer o que a mãe natureza mandou.  

 

quarta-feira, 3 de junho de 2026

ARENGA 887

 

Apesar de ter sido o Brasil criança embalado em berço de corrupção, e embora esta praga pareça ter mais tentáculos aqui do que em qualquer outro lugar do mundo em vista de não haver nenhuma instituição sem ser corroída, não é ela, entretanto, privilégio desta terra pátria de deus porque também campeia mundo afora montada na garupa do cavalo baio de um dos cavaleiros do apocalipse com procuração dos outros três para representá-los.

Pegando o gancho do dito de que até mesmo das coisas ruins pode-se tirar algo de bom, esta maldita praga serve para mostrar o quanto se faz necessário pensar em novo tipo de organização da sociedade humana na qual a riqueza produzida pela sociedade não possa ser desbaratada como poeira na ventania, abandonando o tradicionalismo bolorento e o bafo de múmia que têm impedido a humanidade de inovar o bastante para sair do descaminho que a conduz rumo à infelicidade como tem sido desde que os seres humanos se juntaram em comunidades maiores.

Não é crível que livres do poder maligno da indústria do entretenimento que faz festejar em ambiente próprio para lágrimas, e uma vez livres para poder pensar em superar o atual estágio da falta de mentalidade que impede atingir uma organização social digna de seres com um mínimo de civilização, pelo menos o necessário para rejeitar falsidades como considerar progresso produzir milhões de carros, aviões navios monstruosos e bilhões de chaminés vomitando gazes venenosos, e muito menos escorraçar dos campos sua população para as cidades onde irão fomentar doenças e violência, tudo isso com a finalidade de se deixar à vontade ricos senhores que aumentam sua riqueza com apoio do BNDES envenenando solos e pessoas.

Até o momento, entretanto, ainda é tão diminuta a evolução da capacidade de raciocínio que aqueles que a têm mais evoluída desperdiçam tempo precioso escrevendo em linguagem complicada livros inúteis destinados a gatos pingados uma vez que o resto, por não passar de resto, não sabe ler, ou sabe, mas não lê porque os folguedos são mais importantes.

Mas, lamentavelmente, o que se tem são vidas deploráveis de lamentos e implorações por justiça vinda justamente da parte daqueles que tiram proveito das injustiças por lhes ter sido inoculada nos primeiros aprendizados da infância a maldade inerente à avareza e o desprezo aos semelhantes.

Tudo faz crer não haver futuro nem próximas gerações e nem nada diferente de sofrimentos contrastando com alegrias porquanto os progenitores de gerações futuras também aprenderam as mesmas falsidades que a todos convencem de se tratar da mais pura verdade.

domingo, 31 de maio de 2026

ARENGA 886

 

A questão filosófico-religiosa de saber o porquê de estarmos aqui, ou a razão pela qual existimos, não encontra dificuldade em ser esclarecida: se a humanidade em nada difere da manada, e se a manada existe para servir como fonte de proteína, embora sendo outra a serventia a que se destina a manada humana, mas ela também está aqui para servir ajudando os ricos donos do mundo a estenderem seus tentáculos até os lugares aonde ainda não chegaram, mas onde haverão de chegar deixando um rastro sinistro de terras arrasadas para os filhos dos frequentadores de igreja, bailarinos de axé a de torcedores, como resultado de uma avareza demoníaca que justifica uma invasão indébita sobre tudo aquilo que na verdade é patrimônio da sociedade humana incapaz de se organizar de forma menos brutal do que as sociedades das espécies que não obstante tidas como selvagens, além de não saberem o que fazem em sua irracionalidade, não demonstram a mesma docilidade em se deixar domesticar pelo servilismo, sendo a indiferença à armadilha dos divertimentos a única razão desta diferença.

A questão da docilidade ao servilismo é de tamanha seriedade que se esclarecida, o que equivale a despertar os seres humanos para a realidade de poderem viver melhor do que vivem, certamente que mudará a organização da sociedade humana para algo menos pior. Evitar tal desfecho, entretanto, é a razão pela qual não merece estar inserida nos currículos escolares porquanto a política vigente no mundo foge de povo esclarecido como o diabo foge da cruz, sedo esta a razão do sofrimento baseado na ignorância que na verdade é a maior causadora de sofrimentos.

Não obstante a dimensão da importância da docilidade humana ao servilismo,  quando intelectuais abordam este assunto o fazem com a complicação que lhes é característica. Veem nela o que na realidade é impossível: VOLUNTARIEDADE. SERVIDÃO VOLUNTÁRIA é o termo que usam para definir a submissão humana ao domínio dos tiranos que mandam no mundo, afirmando que a desobediência civil poria fim ao domínio. Além da impropriedade do termo, porque se nem os irracionais se submetem docilmente ao servilismo, por que haveriam seres racionais de fazê-lo? Tal afirmação sugere ignorar a existência de forças policiais a serviço daqueles que se beneficiam com a servidão, e que a um simples estalar de dedos avançam sobre desobedientes de cassetetes, balas de borracha e de verdade sobre aqueles que segundo os intelectuais podem derrubar o poder dos opressores ignorando-os.

Falta àqueles a quem incomoda a desorganização da sociedade humana espichar algo mais sua visão para alcançar o esconderijo onde se esconde esta força satânica que impede à humanidade de entender haver possibilidade de diminuir sua infelicidade uma vez não haver como seres tão estupidamente fáceis de serem enganados possam ser felizes totalmente num mundo de aproveitadores indiferentes ao sofrimento alheio.  

 

 

 

 

quarta-feira, 27 de maio de 2026

ARENGA 885

 

Na filosofia, como em tudo mais, não quem ache de colocar uma pulga na orelha da paz de quem está sossegado. Por nada ter de melhor a fazer, filósofos criaram a seguinte questão que outra finalidade não tem senão tirar o sossego de quem estava numa boa: imagine que você se encontre ao lado de uma alavanca que muda na bifurcação de uma linha de trem e serve para mudar o sentido de um trem que se aproxima e que se continuar na rota normal do seu destino esmagará quatro crianças que brincam despreocupadamente sobre a linha do trem. Porém, se for acionada a alavanca à seu alcance que desvia o destino do trem, ele matará apenas uma criança que do mesmo modo despreocupado das outras quatro crianças também brinca despreocupadamente sobre a linha para a qual você desviaria o trem acionando a alavanca, O que você faria? Salvava as quatro crianças e deixava que uma morresse? Você tem em suas mãos salvar quatro crianças ou apenas uma ou simplesmente ser indiferente. O que você faria em tais condições? Espero sinceramente não ter colocado uma pulga na consciência de ninguém. Afinal, não sou filósofo. Apenas passo adiante o que vi e mostra haver sempre por perto um espírito de porco.

 

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Se algum dia a turba festiva e barulhenta de pagadores dos impostos que financiarão as guerras que os haverá de matar seus filhos, se essa massa insossa vier a despertar da letargia mental em que tem sido mantida, perceberá coisas do arco da velha. Perceberá, por exemplo, que o cristianismo ao contrário da paz que esperam encontrar por lá é o maior disseminador de desassossego com sua história mal contada de continuar vivendo uma outra vida engendrada exclusivamente para amargar as dores das queimaduras no fogo do inferno a fim de purgar pecados pelos descaminhos a que foram levados por vontades consideradas inconvenientes pelo deus de bondade infinita, numa contradição própria de quem não pensa sobre a vida, e se pensa é sobre o que está fazendo aqui, de onde vem e prá onde vai, questões irrelevantes uma vez que estando aqui o importante é procurar viver da melhor maneira possível o que não inclui saber como veio parar aqui e nem se preocupar com o medo do fogo do inferno.

domingo, 24 de maio de 2026

ARENGA 884

 

Pensar ou não pensar sobre a vida é uma questão mais profunda a merecer maior atenção do que o SER OU NÃO SER de Shakespeare por se tratar de assunto diretamente relacionado com a qualidade de vida, que apesar de ser encarada de modo totalmente errado posto que resumido a dinheiro, mas o fato é que viver bem é o sonho de todo ser vivente.  Filósofos a exemplo de Étienne de La Boétie, exaustivamente citado por nossa também filósofa Marilene Chauí, têm se dedicado com um tema relacionado à qualidade de vida a que denominam de Servidão Voluntária ou a realidade de se viver como na verdade se vive a serviço de aproveitadores do mesmo modo como vivem os irracionais. Estes estudiosos, entretanto, e com razão, estranham o porquê da incompatibilidade entre o sonho de liberdade comum a todo ser humano, e, ao mesmo tempo, deixar de lado este sonho e optar por espontânea vontade pelo desejo de servir a senhores como escravos.

Entretanto, o que realmente é de se estranhar é não terem tais estudiosos chegado à conclusão de que o servilismo em que vive a humanidade como marionete manipulada por parasitas que exibem padrão de vida incompatível com a realidade dos demais seres humanos, esta servidão absolutamente não é voluntária uma vez que a trupe barulhenta e festiva de inimigos de si mesmos que integram o bicho povo é vitimada por um engendramento demoníaco de modo a não agir por sua espontânea vontade, muito ao contrário. Faz-se necessário, entretanto, saber que o povo tem dono e que estes donos, parasitas riquíssimos, colocam falsos líderes nos postos de mando do mundo que criam leis dando caráter de legalidade ao crime de escravizar. Com tal finalidade, instituíram uma indústria de entretenimentos que mantêm o povo de tal modo envolvido com mil e muitas modalidades de divertimento que não lhe permite se dedicar um segundo sequer de sua vida que lhe permita perceber que na realidade vive uma vida nada diferente da vida de boiada, assunto de que trata nosso grande Zé Ramalho na música Gado Novo.

Assim é que sendo a turba festiva e repugnante feita de seres dotados de capacidade de pensar, para evitar que tal pudesse ocorrer, seus donos instituíram um sistema educacional que substituiu nas crianças a mentalidade vivaz dos jovens por uma mentalidade tacanha e incapaz de enxergar um palmo além do nariz. Mas, uma vez eliminado nos seres humanos o raciocínio, o que os coloca na condição de bichos que agem de modo imprevisível. Desta forma, é incerto o que pode acontecer a uma humanidade feita de seres irracionais. Mas, prá que pensar se, como diz a papagaiada de microfone, é ano de copa e muito mais porque também tem mil e um campeonatos.

 

 

 

 

quinta-feira, 14 de maio de 2026

ARENGA 883

 

Em se tratando de seres humanos cuja mentalidade a despeito de sua ilimitada burrice, se auto qualifica de homens sábios (homo sapiens). Só mesmo a espetacular estupidez dessa raça asquerosamente briguenta, ladravaz e fazedores de guerras é que justifica ainda haver preocupação da parte de sábios escritores a preocupação de escrever livros tentando inutilmente mostrar a realidade de não passar de falsidade esta tal de religiosidade da qual esperam inutilmente receber sem fazer força a tão almejada paz e a tranquilidade que lhes cabe fazer existir.

A humanidade foi conduzia ardilosa e maldosamente por parasitas a pautar em irrealidades sua vida, levada a trilhar um caminho margeado por tudo que de ruim pode existir no mundo, com destaque para a falsidade da religiosidade e de um sistema econômico voltado para a meta de alcançar riqueza ilimitada indiferentemente ao custo deste proceder a ser pago pela juventude também levada de roldão a ser indiferente a seu próprio destino de condenados à uma vida impossível sem água e ar limpos além de terra fértil para produzir comida.

Mas, como falsa, e destinada a fomentar ilusão a religiosidade, se cientistas do mais alto padrão de intelectualidade são religiosos? Questionaria a ratazana de igreja, a resposta pode muito bem estar na realidade de ter sido o mundo conduzido a um destino triste de falsidades, fato que nos permite mencionar como explicações para o fenômeno de genialidades em suas atividades profissionais professarem as mesmas ideias religiosas dos analfabetos da seguinte maneira: em primeiríssimo lugar é preciso ter em mente o poder que o dinheiro exerce sobre o ser humano educado sob o estigma de um poder satânico irresistível à necessidade ilimitada de riqueza. Tal poder se adquire ao nascer e acompanha o adulto à sepultura. Dito isto, é sabido haver um fomentador do engodo da religiosidade chamado Instituto Templeton, que paga significante quantia de dinheiro a cientistas para que se declarem religiosos. Com tal malandragem, e aproveitando o vício em dinheiro adquirido junto com o leite materno, nada impede ser esta a causa de intelectuais religiosos. Desta forma, a religião se livra da pecha de ser o que realmente é:  a praia dos ignorantes.

Também pode muito bem ser a explicação para que intelectuais sejam religiosos uma dedicação exclusiva aos misteres de sua intelectualidade que impossibilite superar as falsidades encravadas na personalidade também juntamente com o leite materno.

O último livro sobre a farsa da religiosidade a chegar às minhas mãos, tem o título de PORQUE NÃO SOU CRISTÃO, e é da autoria do Grande Mestre do Saber Bertrand Russell, no qual o intelectualíssimo escritor desnuda vários argumentos dos parasitas das igrejas, sendo o mais claro destes contra argumentos o argumento da causa primordial, ou seja, se para os religiosos tudo que existe no mundo tem uma causa, (um criados) logicamente seguindo esse ponto de vista, teria de necessariamente também haver uma causa para a existência de deus. Se é que deus existe independentemente de uma causa é porque pode haver algo independentemente de uma causa. Se existe algo que não precisou de causa, este algo pode ser o próprio mundo.

Mas, galinha nasce dentes, como dizíamos no meu saudoso mundo rural onde fui adolescente, antes de ser a massa bruta de povo capaz de entender o que quis dizer o Mestre do Saber. O certo mesmo é viver indiferente em meio aos horrores de uma sociedade as notícias da imprensa dão parece terem sido extraídas do inferno de Dante.

sábado, 9 de maio de 2026

ARENGA 882

 

Na loucura de Nietzsche há mais sensatez do que no resto da humanidade. A propósito de “resto”, disse o grande mestre maluco que excluindo os raríssimos com elevação espiritual bastante para ser seus leitores, o que sobra é o resto, isto é, a humanidade que nada merece senão o desprezo. Realmente, nada mais senão desprezo merece a turba barulhenta, festiva e incapaz de um único lampejo de superioridade espiritual como mostra a realidade de existir a milhões de anos e não ter sido ainda capaz de organizar em sociedade civilizada como mostra os morticínios das guerras objetivando eliminar o excesso de pobres. Não é uma grande burrice ter de matar em vez de impedir o nascimento? Mas os biltres humanos ainda não foram capazes de organizarem uma sociedade onde pudessem viver com um mínimo de paz.

É tão mal estruturada a sociedade humana que a violência serve de entretenimento formando na personalidade tenra e facilmente moldável das crianças um instinto de brutalidade que aflorará na fase adulta. A leitura de qualquer livro da história dos bichos humanos mostra uma triste realidade sanguinolenta de guerras que consumiram bilhões de seres humanos e tanto dinheiro envolvido que varreria a pobreza absoluta da face da terra. A raça humana é tão estúpida que encara como sabedoria a afirmação de algum desses sábios de plantão de que para se ter paz é preciso estar preparado para guerra. Não pode haver algo mais estúpido se da guerra resultam ressentimentos que produzem mais guerra. O triste episódio das Torres Gêmeas dos americanos não teve outro motivo que não o rancor que o governo daquele povo desperta mundo afora como se pode ver no livro Novas Confissões de Um Assassino Econômico.

Enfim, nada melhor para mensurar a estupidez humana do que a crendice em divindades que põe intelectuais do mais alto nível em pé de igualdade aos analfabetos. A razão de tamanho absurdo só pode ser encontrara na infância, pelo auto sugestionamento que convenceu a criança inocente da existência da entidade tão irreal quanto papai Noel, chamada deus.