Em se
tratando de seres humanos cuja mentalidade a despeito de sua ilimitada burrice,
se auto qualifica de homens sábios (homo sapiens). Só mesmo a espetacular
estupidez dessa raça asquerosamente briguenta, ladravaz e fazedores de guerras é
que justifica ainda haver preocupação da parte de sábios escritores a preocupação
de escrever livros tentando inutilmente mostrar a realidade de não passar de
falsidade esta tal de religiosidade da qual esperam inutilmente receber sem
fazer força a tão almejada paz e a tranquilidade que lhes cabe fazer existir.
A
humanidade foi conduzia ardilosa e maldosamente por parasitas a pautar em
irrealidades sua vida, levada a trilhar um caminho margeado por tudo que de
ruim pode existir no mundo, com destaque para a falsidade da religiosidade e de
um sistema econômico voltado para a meta de alcançar riqueza ilimitada indiferentemente
ao custo deste proceder a ser pago pela juventude também levada de roldão a ser
indiferente a seu próprio destino de condenados à uma vida impossível sem água
e ar limpos além de terra fértil para produzir comida.
Mas, como
falsa, e destinada a fomentar ilusão a religiosidade, se cientistas do mais
alto padrão de intelectualidade são religiosos? Questionaria a ratazana de igreja,
a resposta pode muito bem estar na realidade de ter sido o mundo conduzido a um
destino triste de falsidades, fato que nos permite mencionar como explicações
para o fenômeno de genialidades em suas atividades profissionais professarem as
mesmas ideias religiosas dos analfabetos da seguinte maneira: em primeiríssimo
lugar é preciso ter em mente o poder que o dinheiro exerce sobre o ser humano
educado sob o estigma de um poder satânico irresistível à necessidade ilimitada
de riqueza. Tal poder se adquire ao nascer e acompanha o adulto à sepultura.
Dito isto, é sabido haver um fomentador do engodo da religiosidade chamado Instituto
Templeton, que paga significante quantia de dinheiro a cientistas para que se declarem
religiosos. Com tal malandragem, e aproveitando o vício em dinheiro adquirido
junto com o leite materno, nada impede ser esta a causa de intelectuais
religiosos. Desta forma, a religião se livra da pecha de ser o que realmente é:
a praia dos ignorantes.
Também pode
muito bem ser a explicação para que intelectuais sejam religiosos uma dedicação
exclusiva aos misteres de sua intelectualidade que impossibilite superar as
falsidades encravadas na personalidade também juntamente com o leite materno.
O último
livro sobre a farsa da religiosidade a chegar às minhas mãos, tem o título de
PORQUE NÃO SOU CRISTÃO, e é da autoria do Grande Mestre do Saber Bertrand
Russell, no qual o intelectualíssimo escritor desnuda vários argumentos dos
parasitas das igrejas, sendo o mais claro destes contra argumentos o argumento
da causa primordial, ou seja, se para os religiosos tudo que existe no mundo
tem uma causa, (um criados) logicamente seguindo esse ponto de vista, teria de
necessariamente também haver uma causa para a existência de deus. Se é que deus
existe independentemente de uma causa é porque pode haver algo
independentemente de uma causa. Se existe algo que não precisou de causa, este
algo pode ser o próprio mundo.
Mas, galinha
nasce dentes, como dizíamos no meu saudoso mundo rural onde fui adolescente,
antes de ser a massa bruta de povo capaz de entender o que quis dizer o Mestre
do Saber. O certo mesmo é viver indiferente em meio aos horrores de uma
sociedade as notícias da imprensa dão parece terem sido extraídas do inferno de
Dante.