O escritor
holandês, Rutger Bregman escreveu um livro cujo subtítulo é “UMA HISTÓRIA
OTIMISTA DO HOMEM”. Depois disso temos esta pérola no jornal Folha de São Paulo:
“O PAPA DIZ QUE DEUS ESTÁ DO LADO DOS POBRES”. Depois, no mesmo jornal,
provando que na Itália também tem bobo prá tudo, temos: “PASTORA BRASILEIRA
LIDERA IGREJA PENTECOSTAL HÁ 32 ANOS NA ITÁLIA”. A matéria diz que no domingo a
igreja com capacidade para mil pessoas fica cheia e que quando a banda em alto
volume para de tocar a pastora diz: “Jesus disse: ‘Se você quer vir atrás de
mim, pegue a sua cruz e me siga”. Por essas e outras é que na
humanidade, não tendo o raciocínio acompanhado o desenvolvimento material, os
intelectuais vivem outro mundo que não é este em que vivemos. É possível
encontrar razão para otimismo na raça humana atual vil e tão estúpida que como
diz o historiador Barns vive a destruir o que construiu? E, mais ainda: junto
aos escombros das destruições do que foi construído também destroem, como se
pode ver na televisão, os próprios irmãos que lá se encontravam com suas
crianças? E além do mais, como haver otimismo em relação a essa raça maldita
que também destrói impiedosamente seus próprios irmãos nas guerras por serem
considerados inimigos? Não há boa vontade capaz de encontrar otimismo numa
humanidade onde irmãos sejam inimigos de irmãos.
Quem está
correto a respeito da humanidade é o escritor Ruy Castro do jornal Folha de São
Paulo escreveu um sensato e bem humorado artigo intitulado “A CADA SEGUNDO
NASCE UM OÁRIO”. Esse escritor é o primeiro intelectual a tocar no porquê de
ser tão mal estruturada a sociedade humana uma vez que otários não têm
capacidade de organizar coisa alguma.
O dito “me
diga com quem você anda que eu lhe digo quem você é” parece ter sido feito
justamente para dizer da mediocridade dos seres humanos. Nada mais é preciso do
que uma simples constatação de que as pessoas mais valorizadas para a
humanidade são as de menor valor cultural, pessoas totalmente desqualificadas
em todos os sentidos em relação a sociabilidade é que são as de maior valor
para os seres humanos, tão incapazes de perceber a realidade da vida que as
atividades que obtêm maior sucesso são golpes de desonestidade, principalmente por
falsos líderes que em vez os conduzirem os liderados por um caminho apropriado que
os leve à capacidade de viverem com um mínimo possível de sofrimento, fazem
justamente o contrário iludindo-os com a falsidade tanto de uma economia que
enriquece os ricos com o trabalho dos pobres ou com a mentira de um deus que os
quer sempre conformados ne situação de ludibriados com divertimentos como se
fossem crianças.
A
exorbitância de alegrias que se vê pelaí é clara evidência de que para os seres
humanos em vez das três fases de vida de infância, juventude e velhice, só
existem a da infância e a da velhice, resultando uma velhice de infelicidades
por falta do amadurecimento espiritual adquirido na segunda etapa da juventude,
cuja ausência leva a uma velhice infelicitada pelo temor do espeto em brasa do
satanás a espera da alma do pecador por fazer o que a mãe natureza mandou.