Se é difícil conviver com tanta
ingenuidade a respeito de religiosidade, é impossível suportar as babaquices
nesta época de final de ano. Pode alguém capaz de raciocinar encontrar alguma
utilidade em uma igreja se dentro delas acontecem as mesmas cenas de violência
encontradas nas ruas? Por tudo que vocês têm de maior estima, seres humanos
imbecis, acordem para a realidade de sermos nós os únicos responsáveis por
sermos mais feliz e mais infelizes. É de fazer a inteligência verter lágrimas
ver idiotas vestidos de idiotas celebrando missas, para idiotas, principalmente
em prol de paz se o mundo nunca deixou de ser um vale de lágrimas e se no livro
que a turba alegre considera como sendo a palavra de deus há tantas mortes
quanto na vida real.
Num livro chamado Humanidade, de
Rutger Bregman, que me foi dado por minha filha e que a princípio não botei fé
porque diz na capa se tratar de uma visão otimista do homem, espécie que
considera a mais vil e estúpida entre todas as outras, mesmo assim me propus a
ler por ser também contrário ao preconceito (ter opinião sobre o que ainda não
se conhece) e foi a decisão certa por ter o livro ensinamentos importantes.
Entre eles a opinião do autor sobre ser por infantilidade em vez de maldade que
os seres humanos não se acertam na vida e explica sua opinião por meio do
seguinte e interessante exemplo: supondo que em vez de quatro bilhões de anos a
vida na terra tivesse acontecido em apenas um ano, a humanidade teria surgido
apenas às 23h do último dia do último mês deste ano (31/12, 23 horas) e
faltando apenas dois minutos para o final desse ano é que o homem descobriu ser
possível produzir alimento com a invenção da agricultura e domesticação de
animais, de modo que a História da humanidade não tem mais do que o tempo
restante, isto é, apenas dois minutos.
Realmente, o comportamento dos seres
humanos em nada difere do comportamento de crianças. Também elas têm prazer em
destruir a exemplo da quantidade de material bélico que adultos constroem existente
no mundo.
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