quinta-feira, 14 de maio de 2026

ARENGA 883

 

Em se tratando de seres humanos cuja mentalidade a despeito de sua ilimitada burrice, se auto qualifica de homens sábios (homo sapiens). Só mesmo a espetacular estupidez dessa raça asquerosamente briguenta, ladravaz e fazedores de guerras é que justifica ainda haver preocupação da parte de sábios escritores a preocupação de escrever livros tentando inutilmente mostrar a realidade de não passar de falsidade esta tal de religiosidade da qual esperam inutilmente receber sem fazer força a tão almejada paz e a tranquilidade que lhes cabe fazer existir.

A humanidade foi conduzia ardilosa e maldosamente por parasitas a pautar em irrealidades sua vida, levada a trilhar um caminho margeado por tudo que de ruim pode existir no mundo, com destaque para a falsidade da religiosidade e de um sistema econômico voltado para a meta de alcançar riqueza ilimitada indiferentemente ao custo deste proceder a ser pago pela juventude também levada de roldão a ser indiferente a seu próprio destino de condenados à uma vida impossível sem água e ar limpos além de terra fértil para produzir comida.

Mas, como falsa, e destinada a fomentar ilusão a religiosidade, se cientistas do mais alto padrão de intelectualidade são religiosos? Questionaria a ratazana de igreja, a resposta pode muito bem estar na realidade de ter sido o mundo conduzido a um destino triste de falsidades, fato que nos permite mencionar como explicações para o fenômeno de genialidades em suas atividades profissionais professarem as mesmas ideias religiosas dos analfabetos da seguinte maneira: em primeiríssimo lugar é preciso ter em mente o poder que o dinheiro exerce sobre o ser humano educado sob o estigma de um poder satânico irresistível à necessidade ilimitada de riqueza. Tal poder se adquire ao nascer e acompanha o adulto à sepultura. Dito isto, é sabido haver um fomentador do engodo da religiosidade chamado Instituto Templeton, que paga significante quantia de dinheiro a cientistas para que se declarem religiosos. Com tal malandragem, e aproveitando o vício em dinheiro adquirido junto com o leite materno, nada impede ser esta a causa de intelectuais religiosos. Desta forma, a religião se livra da pecha de ser o que realmente é:  a praia dos ignorantes.

Também pode muito bem ser a explicação para que intelectuais sejam religiosos uma dedicação exclusiva aos misteres de sua intelectualidade que impossibilite superar as falsidades encravadas na personalidade também juntamente com o leite materno.

O último livro sobre a farsa da religiosidade a chegar às minhas mãos, tem o título de PORQUE NÃO SOU CRISTÃO, e é da autoria do Grande Mestre do Saber Bertrand Russell, no qual o intelectualíssimo escritor desnuda vários argumentos dos parasitas das igrejas, sendo o mais claro destes contra argumentos o argumento da causa primordial, ou seja, se para os religiosos tudo que existe no mundo tem uma causa, (um criados) logicamente seguindo esse ponto de vista, teria de necessariamente também haver uma causa para a existência de deus. Se é que deus existe independentemente de uma causa é porque pode haver algo independentemente de uma causa. Se existe algo que não precisou de causa, este algo pode ser o próprio mundo.

Mas, galinha nasce dentes, como dizíamos no meu saudoso mundo rural onde fui adolescente, antes de ser a massa bruta de povo capaz de entender o que quis dizer o Mestre do Saber. O certo mesmo é viver indiferente em meio aos horrores de uma sociedade as notícias da imprensa dão parece terem sido extraídas do inferno de Dante.

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