Em 1919,
com o Tratado de Versalhes, acabou definitivamente a Primeira Guerra chamada de
Mundial que deixou por vingança as raízes dos preparativos da Segunda Guerra Mundial.
E é de guerra em guerra é como avança mundo afora a maldita raça humana, mais
perniciosa dos viventes cuja estupidez a faz acreditar ter infinitos motivos
para alegria.
Assim como
deus exigiu de Jacó para seu tesouro divino os despojos da destruição de
Jericó, assim também os vencedores da Primeira Guerra penalizaram a Alemanha
com tamanhas recompensas que é de causar espanto como já em 1939 a arrasada Alemanha
que se viu em cacarecos não só pela destruição própria dos conflitos, mas
também pelo peso dos encargos impostos pelos vitoriosos ao povo alemão, não
obstante tudo isso, no espaço de dezenove anos se encontrava a Alemanha capaz
de se vingar do mundo inteiro com tamanha fúria que causou mundo afora um estrago
tão grande quanto ao que sofreu sozinha na Primeira Guerra.
Tamanha
desenvoltura pode encontrar explicação no patriotismo de seu povo, que levava
os soldados a lutar com espantosa tenacidade conforme afirmam historiadores.
Triste é
tamanho patriotismo ter sido conduzido para o mal pela cultura de apenas ter de
seguir orientação recebida sem o cuidado de analisa-la com a ponderação própria
da inteligência e bom senso. A aceitação pura e simples de uma ordem, independentemente
da intenção de quem ordena, que pode acreditar estar fazendo o melhor, pode, no
entanto, levar a erros colossais como o extermínio dos judeus por ordem de
Hitler. É impossível alguém em estado normal ser capaz de tamanha maldade.
Aliás, há quem afirme ter havido um movimento fracassado de eliminar o líder
alemão por pessoas menos insensatas, o que expõe estar errada a obediência cega
contida nisso de “ordem não se discute, se cumpre” o que teria sido inspirado
no “os mistérios de deus não se discutem”.
Não é sem
alguma razão que a imprensa chama a atenção para o que a exemplo da Alemanha
que por desleixo universal pode se preparar para o arraso que fez, também pode
estar acontecendo a mesma coisa com o desenvolvimento bélico do Japão, que na
Segunda Guerra Mundial também teve de se dobrar depois dos horrores recaídos
sobre Hiroshima e Nagasaki. Portanto, no lugar de lavar escadas, aglomerar na
Praça de São Pedro para ver quando sai fumaça branca, e tantas idiotices mais,
devem os pais pensar na possibilidade de ter os filhos de trocando tiros com os
ferozes japoneses. Afinal, há quem diga que os donos do mundo têm o objetivo de
eliminar os não ricos a fim de se sentirem mais anchos nesse mundão besta.