O hábito de pensar não tem
necessariamente de nascer junto com o pensador como no caso dos grandes gênios
que de tanto pensar deram origem a coisas do arco da velha. A diferença entre o
pensador e o iludido pelas alegrias e ter o primeiro uma certa inclinação para
o hábito de comparar se uma informação corresponde à realidade, hábito que leva
à percepção de ser falso absolutamente tudo que é tido como verdadeiro para quem
não pensa como a multidão que ouvi de um candidato a presidente da república dizer
que vai promover o bem-estar da sociedade e tudo sempre continua a mesma coisa.
Embora a malta festiva nem desconfia da realidade, mas o fato é que há uma determinada
orientação política vindo do poder da fabulosa riqueza acumulada por alguns gatos
pingados cujo egoísmo, destoando da vida coletiva e tendo o poder que uma
imensa riqueza lhes confere, estabelecem um modelo de política que os
privilegia e que governo algum pode mudar mesmo porque, como só sabe quem não
pensa, são falsos absolutamente os líderes do mundo todo e é por isso que o
benefício que realmente chega ao povo vem em forma de esmola denominada
“auxílio”.
É como caminha a humanidade desde que
dela se tem notícia. Dos seus primeiros passos até o presente o poder da força
bruta que levava o primitivo mais forte a tomar a posse do mais fraco, como
mostra o professor Yuval Noah Harari em Sapiens, Os Pilares da Civilização, até
hoje, tal o mesmo comportamento permanece. Assim como se tomava uma plantação
de comida, tomou-se ouro e prata, depois, petróleo e atualmente, terras raras.
A maldade entre os humanos tem vários modos de manifestação e um deles está na
existência de incontável papagaiada de microfone a insuflar nas famílias a
falsa necessidade de esvoaçar mundo afora, resultando desta maldade
proliferação de doenças, e a infelicidade de famílias vítimas de desastres,
sobressaindo os finais de ano e o alvoroço pela idiotice da “virada”.
O motivo pelo qual as pessoas não
pensam é por ser totalmente impossível refletir em meio ao barulho das festas.
Elas têm exatamente o objetivo de emburrecer as pessoas não lhes dando espaço
para reflexão e não por falta de inteligência que existe a infundada busca de
proteção divina embora são comuns as mortes dentro de igrejas ou a caminho
delas.
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