Nada além
da observação e raciocínio para saber que a ignorância é o alimento da
religiosidade que por sua vez alimenta a ignorância que envolve os seres
humanos até a raiz dos cabelos, haja vista as guerras, o excesso populacional,
a destruição da natureza, a posse por apenas gatos pingados dos bens que
deveriam servir à coletividade, enfim, é tamanha a desorganização da sociedade
humana que nada mais é preciso para se concluir pela inexistência dessa tal de
divindade que como já foi dito, não passa de fruto da falta de conhecimento. É
mais fácil perceber a invenção de deus mediante a constatação da serventia desta
crença como suporte para as pessoas de espírito mesquinho que dela se
aproveitam para mais facilmente tirar vantagem sobre os ingênuos. Como são
estes aproveitadores que ditam as regras de comportamento social, resulta que
para a perpetuação do aproveitamento fomentam a manutenção da ignorância, e o
resultado desta situação é uma sociedade de ignorantes cuja falta de
discernimento anula a vantagem da faculdade de escolher seus governantes porque
o resultado desta escolha tem resultado no cais social. Ante tal situação, a
figura de deus seria importante auxiliar da miséria dos miseráveis e da luxúria
dos aproveitadores insensíveis ao sofrimento alheio mediocremente de mãos
postas, de joelhos, numa atitude adredemente recomendada por orientadores de
olho gordo na benesses do poder. É, pois, condenável a atitude de respeitar a
religiosidade alheia porque sendo a religiosidade fomentadora da ignorância e
sendo a ignorância elemento impeditivo da evolução civilizatória, ser
indiferente a tamanho mal corresponde ao comportamento de quem estando diante
de alguém que se afoga se omitisse em lhe atirar uma corda que tem ao lado.
Combater a ignorância é prestar valioso serviço em prol de um futuro digno das
futuras gerações, anulando os comportamentos insensatos de esperar que lhe
venha do céu o bem-estar que só pode ser conseguido por esforço próprio, enquanto
que se negar a tal contribuição corresponde a fomentar o atual estado de
confusão no qual administradores públicos ladravazes demonstram desconhecimento
da realidade de não ser possível estar bem se a sociedade está mal.
Demonstra
insensibilidade e desamor aos inocentes lavadores de escadarias de igrejas a
título de um tipo negativo de tradição porquanto todo comportamento fruto de
irracionalidade, a bem de uma sociedade civilizada, deve dar lugar a
comportamentos que resultam em algum benefício coletivo como nunca deixar
passar em branco a oportunidade de se manifestar contrariamente a qualquer manifestação
de religiosidade uma vez sua função é impedir que a inteligência nata no ser
humano leve a questionar as falsidades que nos são enfiada quela abaixo pela
súcia de aproveitadores da incapacidade de distinguir entre o falso e o
verdadeiro, e falso é tudo aquilo em que a humanidade tem considerado como
verdadeiro uma vez que se não fosse conduzida por caminhos pavimentados de
falsidades, por mínima que fosse a doze de inteligência que a natureza deu aos
seres humanos seria o bastante para levar a humanidade a condições de vida sem
tanto sofrimento para absolutamente todos os seres humanos uma vez que não
passa de ilusão dos que se aproveitando das mentiras por eles mesmos astuciadas
arrebanham riquezas ignorando que ao contrário do que afirmam Chico e Arnaud Rodrigues, mar brabo não respeita rei.
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