sábado, 17 de outubro de 2026

ARENGA 901

 

Nada além da observação e raciocínio para saber que a ignorância é o alimento da religiosidade que por sua vez alimenta a ignorância que envolve os seres humanos até a raiz dos cabelos, haja vista as guerras, o excesso populacional, a destruição da natureza, a posse por apenas gatos pingados dos bens que deveriam servir à coletividade, enfim, é tamanha a desorganização da sociedade humana que nada mais é preciso para se concluir pela inexistência dessa tal de divindade que como já foi dito, não passa de fruto da falta de conhecimento. É mais fácil perceber a invenção de deus mediante a constatação da serventia desta crença como suporte para as pessoas de espírito mesquinho que dela se aproveitam para mais facilmente tirar vantagem sobre os ingênuos. Como são estes aproveitadores que ditam as regras de comportamento social, resulta que para a perpetuação do aproveitamento fomentam a manutenção da ignorância, e o resultado desta situação é uma sociedade de ignorantes cuja falta de discernimento anula a vantagem da faculdade de escolher seus governantes porque o resultado desta escolha tem resultado no cais social. Ante tal situação, a figura de deus seria importante auxiliar da miséria dos miseráveis e da luxúria dos aproveitadores insensíveis ao sofrimento alheio mediocremente de mãos postas, de joelhos, numa atitude adredemente recomendada por orientadores de olho gordo na benesses do poder. É, pois, condenável a atitude de respeitar a religiosidade alheia porque sendo a religiosidade fomentadora da ignorância e sendo a ignorância elemento impeditivo da evolução civilizatória, ser indiferente a tamanho mal corresponde ao comportamento de quem estando diante de alguém que se afoga se omitisse em lhe atirar uma corda que tem ao lado. Combater a ignorância é prestar valioso serviço em prol de um futuro digno das futuras gerações, anulando os comportamentos insensatos de esperar que lhe venha do céu o bem-estar que só pode ser conseguido por esforço próprio, enquanto que se negar a tal contribuição corresponde a fomentar o atual estado de confusão no qual administradores públicos ladravazes demonstram desconhecimento da realidade de não ser possível estar bem se a sociedade está mal.

Demonstra insensibilidade e desamor aos inocentes lavadores de escadarias de igrejas a título de um tipo negativo de tradição porquanto todo comportamento fruto de irracionalidade, a bem de uma sociedade civilizada, deve dar lugar a comportamentos que resultam em algum benefício coletivo como nunca deixar passar em branco a oportunidade de se manifestar contrariamente a qualquer manifestação de religiosidade uma vez sua função é impedir que a inteligência nata no ser humano leve a questionar as falsidades que nos são enfiada quela abaixo pela súcia de aproveitadores da incapacidade de distinguir entre o falso e o verdadeiro, e falso é tudo aquilo em que a humanidade tem considerado como verdadeiro uma vez que se não fosse conduzida por caminhos pavimentados de falsidades, por mínima que fosse a doze de inteligência que a natureza deu aos seres humanos seria o bastante para levar a humanidade a condições de vida sem tanto sofrimento para absolutamente todos os seres humanos uma vez que não passa de ilusão dos que se aproveitando das mentiras por eles mesmos astuciadas arrebanham riquezas ignorando que ao contrário do que afirmam Chico e Arnaud Rodrigues, mar brabo não respeita rei.

 

 

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