Talvez ninguém
tenha sido tão eficiente em demonstrar o mal que a religião representa para a
humanidade do que Michael Hirst, o roteirista
responsável pelo diálogo das personagens da série Netflix OS TUDORS. Pode até
ser que já tenhamos tratado aqui desse assunto, entretanto, é tamanha a
dimensão da importância de ser contra o atraso que a religiosidade representa
para a humanidade que ainda é pouco ser novamente aventado porquanto nenhum esforço
é suficiente na luta contra o atraso rançoso representado pela religião para
impedir o avanço de novos tempos sobre esta modernidade tão velha em espiritualmente
que tem ranço de tumbas. Que modernidade pode ser esta em que se fazem
presentes as mesmas guerras de conquista de um Alexandre e um Napoleão? Que
além de consumir a riqueza de aliviar sofrimentos também consome a foça vida da
humanidade que é sua juventude?
Mas,
voltemos à eficiência de Michael Hirst, em desbancar a maldição da
religiosidade que supera a comparação de Nietzsche da religião com a feiticeira
Circe está nas seguintes palavras ditas pela rainha Elizabeth em conversa com
um palaciano, proferiu as seguintes palavras:
“SE EU
TIVESSE DE ENCOLHER ENTRE DUAS VIDAS, UMA DE SOFRIMENTO E OUTRA DE ALEGRIAS,
ESCOLHERIA A VIDA DE SOFRIMENTOS PORQUE QUQNDO SE ESTÁ EM SOFRIMENTO ESTÁ SEMPRE
AO LADO DE DEUS, ENQUANTO QUE NA ALEGRIA ESQUECE-SE DELE”.
Para a
corja humana em espiritualidade de lavadores de escada de igrejas, de “famosos”
e de “celebridades” são de grande sabedoria as palavras da rainha quando, na
verdade, está contaminada pela peçonha da mais perigosa víbora, a
religiosidade, que está sempre a favor do impedimento da reação humana contra o
desenvolvimento mental que leva ao caminho de uma sociedade menos infeliz.
É por isso
que enquanto a humanidade não mandar à favas a religiosidade nunca será capaz
de escapar desta situação lamentável de ser incapaz de superar as causas que
leva ao fim das condições de vida na terra que existem somente por falta de se
pensar sobre a vida, vivendo sem qualquer diferença de como vivem as feras que
já fomos e que ainda não deixamos de ser graças à ação funesta de um sistema
educação com função tão socialmente deseducadora que a palavra socialismo causa
asco em vez da atração que deveria exercer por encerrar ideia de justiça
social.
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