quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

ARENGA 221




A sensatez implora por piedade ante tanta insensatez. Não faz muito tempo a imprensa esperneou pelo fato socialmente inaceitável de ser homenageado um militar que durante a ditadura de seus colegas torturou jovens pelo crime de querer um país menos desigual, no que tinham completa razão. Todos que participaram daquele movimento antissocial, portanto, também foram torturadores. Se não torturaram fisicamente, fizeram-no espiritualmente ao contribuir para a permanência de um movimento do qual resultou a infelicidade de muitas famílias como a de Vladimir Herzog e do meu amigo Rosalindo Souza. Entretanto, o senhor Delfim Neto que foi peça importante na ditadura, hoje dá aulas numa universidade paulista e é consultor da Rádio Bandeiras AM daquela cidade. Ensinará, por acaso, o professor Delfim Neto que o acúmulo de riqueza gera o acúmulo de pobreza, o que leva inevitavelmente à conclusão de ser o sistema capitalista antissocial por se fundamentar no cada um por si, quando, na realidade, a tranquilidade por todos buscada só pode ser encontrada num sistema que leva em conta a necessidade da cooperação mútua? Inté.     

 

 

 
 
 



quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

ARENGA 220




Ao ouvir música, poucos prestam atenção na mensagem contida na letra. Na cultura contemporânea, música só estimula a parte de baixo do corpo porque a mediocridade cultural predominante no mundo para a qual aculturados são “celebridades” e “famosos”, a arte de cantar foi substituída pela sensualidade vulgar. De ponta a ponta, o mundo inteiro virou uma Sodoma. A sexualidade passou a merecer mais atenção do que mesmo a própria política da qual depende a paz e a tranquilidade necessárias ao bom desempenho da sexualidade. Propagandas de material de construção a automóveis expõem mulheres seminuas ou completamente nuas. No Yahoo, noticia-se sobre calcinhas, cuecas e quantas vezes determinada “famosa” trepa por dia. É nisso que se liga a juventude, e o resultado de tanta vulgaridade é que a sensualidade está sendo substituída por produtos químicos para que jovens tenham ereção.

 Conversa de velho? Né, não senhor! É pura verdade. O mundo está no caminho errado. Conversa de velho seria querer que as coisas voltassem a ser como eram, o que é impossível. Mas está claro que o resultado de tudo que aí está vai ser o desastre. Tudo que se ouve é mentira. Que futuro tem um mundo fundamentado na mentira? Ao se debruçar sobre o que dizem os jornais, as rádios, a televisão e o que se conversa nas ruas percebe-se uma das duas coisas: burrice ou loucura. As pessoas, quando conversam sobre outra coisa que não seja igreja, axé e futebola, limitam-se a conversar sobre o que fala a imprensa. Contudo, o que é falado na imprensa são mentiras. A imprensa é constituída de pessoas pagas para conversar. Portanto, conversam em troca dos meios de vida necessários à subsistência. Conversam por conversar. Não conversam sobre a realidade. Está aí na imprensa a notícia de que as pessoas religiosas são mais honestas, o que é mentira porque já fui roubado por religiosos, e, como ateu jamais prejudicaria alguém. Também na imprensa está a notícia sobre um pastor que segura o pênis de fiéis para fazê-lo crescer, o que além de desonestidade e também uma grande falta de vergonha.

A imprensa diz que o bem-estar social depende de emprego, crescimento econômico, enriquecimento individual, viajar muito e comprar muito, o que também é uma grande mentira por ser este um caminho que precisa urgentemente ser abandonado se é que a juventude não esteja convencida de que seus filhos poderão viver sem comer, beber e respirar. Esta realidade não é conversa de velho. É SIMPLESMENTE A REALIDADE, e quem viver verá. Inté.

 
 
 

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

ARENGA 219




Estamos numa situação deveras complicada. Se de um lado mosquito ataca, de outro lado atacam a insensatez e os absurdos que apesar de aceitos com naturalidade, demonstram ser a imaturidade em nossa sociedade superior à dos demais bichos com aspecto humano que habitam a Terra. Na verdade, a natureza ainda não permitiu aos seres humanos desenvolvimento mental capaz de lhes permitir a própria personalidade, razão pela qual se comportam segundo uma personalidade coletiva feita pelos papagaios de microfone e escritores assalariados através dos meios de comunicação, circunstância esta que justifica as propagandas definidas como meio de explorar a estupidez humana. Exemplo desta realidade está aí à vista com a viagem que o presidente Temer faz pelo país visando o apoio da população com apenas conversa, quando deveria obtê-lo com realizações. Mas é bem assim que são os seres humanos. Incapazes de raciocinar cada um por si, resultando daí uma coletividade conduzida como querem seus condutores, que por serem também seres humanos, e como tais desprovidos da mesma falta de personalidade própria, são levados pelo canto da sereia do enriquecimento, dos palácios, das mordomias e do “sabe com quem está falando?” oposto do “só sei que nada sei”, ambos exagero porque assim como é insensato a presunção, não há sensatez no exagero, nem mesmo na humildade. Ninguém é totalmente desprovido de saber porque a vida é uma escola de frequência inevitável, e quem frequenta escola aprende alguma coisa. Como o desenvolvimento mental é muitíssimo lento e obstaculizado pela desnecessidade de pensar recomendada pela religião em conluio com a política, não deu para se perceber a imaturidade em que ainda se encontram os seres humanos, mormente os das repúblicas de banana cuja imaturidade faz deles colonizados de não menos imaturos colonizadores.

Quando Lula se queixa pela falta de defesa da parte da presidência da república contra as acusações que lhe são imputadas, incorre na imaturidade existente em todo aproveitador. Estaria ele pleiteando que a coletividade, arque também com o ônus de livrá-lo da cadeia uma vez que é denunciado das coisas constantes do livro O Chefe, e mais o crime de pagar prostituta com dinheiro público? Em tal comportamento há imaturidade tanto dele quanto de quem se submete aos desvarios não só dele, Lula, mas também de todos presidentes que o antecederam. Por conta da ingenuidade humana, a administração pública ao contrário da administração de empresa privada tem por objetivo dilapidar o capital e blindar os administradores contra a ação das leis. Se uma pessoa comum é privado de liberdade por traficar um craque, outro alguém por ser administrador público pode traficar a droga correspondente à carga de um helicóptero graças à ingenuidade de administrados que não lhes permite alcançar estar errada tal administração, e não menos ingenuidade dos administradores que não lhes permite estar errada tal administração. Inté.

 
 
 


segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

ARENGA 218

Quem afirmou ser a propaganda a arte de explorar a estupidez humana devia estar pensando nesta notícia no jornal: “Aline Riscado recebe R$ 120 mil por mês de fabricante de cerveja”. Não pode ser outra coisa senão estupidez dos bebedores de cerveja pagar esta quantia à moça para lhes dizer que cerveja beber. Por acaso, bebedores de cerveja não tem seu próprio paladar? Com a grana paga à moça beberiam muito mais cerveja, cresceriam muito mais a pança, apressariam muito mais a chegada da diabetes e dos tremilicos. A foto de um candidato à presidência da república ao lado de um jogador de futebola como propaganda para angariar votos, da mesma forma, demonstra com clareza o grande alcance da verdade de que a propaganda é a arte de explorar a estupidez dos estúpidos seres humanos porque apenas estúpidos votariam num candidato por ter a seu lado um jogador de futebola. Para quem não é estúpido, recomendaria votos foto ao lado de um dos doutores Joaquim Barbosa, Rodrigo Janot, Sergio Mouro, Eliana Calmon, Heloisa Helena, Plínio de Arruda Sampaio, pelaí. A propaganda manipula a mente porque a mente pode ser manipulada como prova o hipnotismo. E quanto mais rasteira a mentalidade, mais fácil de ser manipulada como se vê na facilidade com que os brasileiros caem em contos do vigário, justamente por ser o povo da mais baixa estirpe mental em todo o planeta. Brasileiros compram carro, terreno, apartamento, pagam a entrada, e só então descobrem que foram roubados, o que não os impede de cair na próxima esparrela. No livro Os Contos e os Vigários – Uma história da trapaça no Brasil – Seu autor, José Augusto Dias Junior, conta vários desses “contos”, inclusive que em Belo Horizonte apareceu um cara vendendo lotes na lua, com mapa e tudo o mais. Aposto um tostão furado como houve quem comprasse.
Como a norma generalizada por aqui são as mentalidades rasteiras, fáceis de serem influenciadas, a propaganda convence velhos a se comportarem como criança e fingir que é Leonardo de Caprio, como mostra a foto do milionários de braços abertos no bico do seu barco de vinte e cinco milhões. Outros velhos confirmam a triste realidade percebida pelo Grande Mestre do Saber Charles Darwin, quando afirmou que o brasileiro não possui as qualidades que dignificam o homem, informação lembrada pelo jornalista Alex Ferraz. Que dignidade têm velhos ladrões de dinheiro público marchando algemados na frente da polícia? Também dignidade não têm adultos com brincos na orelha porque a dignidade é contra o ridículo compreensível apenas em meninos e meninas.  Na página 90 do livro O Mundo em Queda Livre, Joseph E. Stiglitz mostra como os adultos senhores capitalistas e os políticos forjaram as crises a fim de tomar dinheiro do governo. E acrescenta o autor que os trabalhadores de baixa renda são obrigados a pagar a conta por erros que não cometeram. Já passa do tempo de racionalizar a vida. Né não? Inté.
 

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

ARENGA 217

Tão nocivo à sociedade quanto os ladrões do dinheiro do leite das crianças são os advogados que querem a bandidagem em liberdade a fim de que possam continuar roubando e dividindo com eles o produto do roubo. Formados na mesma escola moral dos politiqueiros das páginas policiais, os advogados mais experientes nas artimanhas jurídicas adotaram a crença comum na politicagem de que o povo todo é constituído de espécimes de povo. Mas não é assim, saibam os senhores deturpadores da verdade que desonram a nobreza do espírito das leis em sua gloriosa missão de resguardar interesses sociais que em meio à multidão de frequentadores de igreja, axé e futebola também há espécimes de gente capazes de pensar e concluir onde estão a verdade e a mentira. Se para a massa amorfa, Lula pode dizer que a saúde no Brasil está perfeita, para quem se interessa por sua sociedade isto é falso porque o Banco Mundial, segundo a imprensa, reclama da falta de investimento em saúde no Brasil que gasta apenas 525 dólares/habitante/ano, enquanto o Canadá gasta mais de quatro mil. Tal declaração, embora reflita a preocupação em evitar riscos para a riqueza dos ricos donos do mundo porquanto se trata de declaração de banco, nem por isso deixa de ter significação para os pouquíssimos brasileiros que já deixaram a decrepitude de ser povo. Se para o povo a miséria se deve à falta Deus, para que já saiu da triste situação de povo a falta de dinheiro se deve aos roubos dos quais os senhores advogados de caríssimos e luxuosos escritórios recebem uma parte, independentemente do conhecimento que deste comportamento resulta a falta do leite das crianças pobres. Povo não sabe ser ele o patrocinador da riqueza dos “famosos” e das “celebridades” nem o motivo pelo qual estes aculturados viram famoso e célebres. Povo não se incomoda em ser tosquiado por se identificar com ovelhas, com pastor e tudo. Mas gente é outra coisa porque gente sabe direitinho tudo isso.
Se não se planta dinheiro, evidente que não se pode colhê-lo em árvores. Dinheiro é feito em máquinas e se destina a ser trocado por coisas das quais se necessita e que são produzidas por trabalho. Como quem trabalha é o povo, sendo, portanto, ele o responsável pela existência das coisas que dão origem ao dinheiro, embora ele, povo, nada saiba disso, não se justifica seja ele mantido na pobreza em função de sua ignorância, mesmo porque esta ignorância também é fabricada em outras máquinas e mantida à custa do trabalho degradante da papagaiada de microfone e escritores assalariados, trabalho do qual resulta a inferioridade espiritual refletida nas notícias sobre bundas, peitos, calcinas, cuecas, trepadas, coisas desse tipo. Fomentada a cultura da baixaria, fomenta-se com ela o apodrecimento a base sobre a qual se assenta uma sociedade, base esta que não pode prescindir dos valores éticos e morais. Inté.  
 








  

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

ARENGA 216

 



Se povo não fosse povo, fazia como fez o Cícero do império romano que botou prá correr um sujeito chato prá cachorro, chamado Catilina, por infernizar a vida política da República Romana. Depois da Operação Lava Jato, as palavras mais ouvidas depois de “graças a Deus” e “gôôôôôôôôô” é “nega as acusações”. Acusações das quais apenas a justiça ainda não tem certeza de sua veracidade. A Lava Jato está orientando a juventude no rumo certo mostrando a ela o quanto está errado o rumo indicado pela cultura do levar vantagem própria do individualismo herdada de seus pais. É hora, juventude, de educadamente mandar para os quintos do inferno o espírito de Catilina presente na orientação individualista que lhes é servida nas Harvards e nas Sorbones da vida. Há de se cuidar em abandonar a condição reles de povo porque embora cada um dos indivíduos que formam a massa amorfa de povo tenha capacidade de aprender, juntos, entretanto, vira manada, joguete, rebotalho insignificante que conversa com estátua, se interessa por todo tipo de brincadeira, mas não aprende que cuidando da sociedade é que se cuida dos filhos que dizem amar.

 Enquanto o povo permanecer na condição de coisa, material humano, proseador com estátua, pagador de dízimo, adorador de terreiros de brincadeiras e igrejas, ajuntador de quilo de comida na porta do supermercado, ganhador de carro presenteado por Deus, enfim, enquanto não subir alguns degraus na escada da evolução civilizatória não poderá compreender que a burrice de que é vítima é fabricada e injetada em sua personalidade pelo grupinho de um por cento da população que em função da cultura de ajuntar riqueza já ajuntou noventa e nove por cento da riqueza do mundo e ainda quer muito mais. Sendo senhores de escravos numa época em que a escravidão é proibida, este grupo numericamente insignificante de escravocratas precisa esconder a realidade, razão pela qual emprega montanhas de dinheiro para manter o povo no mais completo analfabetismo político ou ignorância. Uma vez infectado com o germe da ignorância, o povo se torna incapaz de pensar e, como bicho, vive apenas para o momento presente, convicto da necessidade de pagar dízimo e da desnecessidade de saber o rumo dos impostos que paga, deixando o campo livre para que outros escravos, os escravos da usura, da fome por riqueza, para que possam dar curso à ignorância de fazer figa com suas fortunas na revista Forbes, o que constitui uma situação insustentável e perigosa.

A canalhice nesse belo país de triste sorte chegou a níveis insuportáveis. O cinismo com que ladrões eternizam-se roubando abertamente, graças aos jovens da Lava Jato, tem agora o “nego as acusações” trocado pelo espetáculo deprimente da condução para a cadeia, algemados e marchando na frente de policiais federais no desempenho da nobre função de proteger a sociedade dos ladrões. A onda da politicagem começou a quebrar. Deve-se providenciar para que próxima onda seja de Ciência Política. Inté.

 

 

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

ARENGA 215


 
Raros, raríssimos, escapam do enquadramento do mestre Leonardo da Vinci que classifica aos politicamente parvos como enchedores de latrinas. Portanto, são enchedores de latrinas todos que usam o tempo de cuidar do futuro dos filhos em furar orelha para dependurar argola, espernear no futebola e no axé, nas baixarias de Fazenda e BBB, contribuindo com as campanhas de ajuda disso e daquilo porquanto não há necessidade alguma de haver necessitados como mostra o impostômetro. Grandes enchedores de latrina são os adeptos dos compra-compra do qual resultam rios podres, água de beber com bosta, comida e ar com veneno. Apesar de várias teorias a respeito, na verdade o executor do crime é tão criminoso quanto o mandante. Assim, os papagaios de microfone cometem o mesmo crime que cometem seus mandantes ao contratá-los para induzir os jovens ao crime de matar a natureza. A papagaiada de microfone está a insuflar na juventude como grande maravilha uma nova modalidade de fazer compra inventada pelos americanos. Depois de terem os papagaios de microfone convencido a macacada das repúblicas de banana a juntar as economias e lotar aviões para comprar coisas em Me Ame, no que também fomenta a indústria hoteleira de lá, receberam orientação para cometer novo crime: insuflar na macacada ser beleza pura o novo processo americano de evitar as filas para pagar as compras, o que prova serem os macacos humanos ainda menos inteligentes que os macacos macacos. O negócio é o seguinte: O macaco compra um telefone e por meio dele faz o pagamento. Quer dizer: compra mais uma quinquilharia para fazer o pagamento das outras quinquilharias. Vai ser burro assim na pqp, pô. Só esse tipo de gente encara a vida sem um vislumbre do resultado futuro das ações de agora, por mais perniciosas que sejam ao amanhã das crianças que os pais dizem amar. Aqueles pais que realmente amam seus filhos não podem concordar com absolutamente nada do que está aí vigorando. Veja, por exemplo, a notícia publicada no caderno CELEBRIDADES do jornal FOLHA DE SÃO PAULO: “Namoro entre Thammy Miranda e modelo Andressa Ferreira chega ao fim”. Mas então, uma merda dessa é notícia? Enquanto a bandidagem desbarata o dinheiro de administrar a sociedade como previra Carlos Amorim no livro Assalto ao Poder, papagaios de escritores assalariados apresentam esta aberração social como notícia? Alguém se interessa em saber que o senhor Thammy e a senhora Andressa namoram ou que não namoram? O que tem o senhor têm eles para serem celebridades? Uma olhada na biografia de ambos deixaria quem pensa boquiaberto ao constatar os motivos que levam alguém à celebridade no Brasil de triste sorte. Abra o olho, juventude, tire-o do aparelho de futucar e ponha-o no erário, na Operação Lava Jato e na vida.

Do jeito que vai esta sociedade de burros, vai dar com eles n’água. A Lava Jato está mostrando para onde vai o erário, como ficar impassível ante tal descalabro? Não é matando ninguém que se resolve problema. É com atitudes inteligentes, diferentes da imbecilidade de comprar telefone para pagar contas, principalmente de compras desnecessárias feitas apenas por ordem dos monstros ajuntadores de dinheiro e transmitidas por seus cupinchas, os papagaios de microfone. Não adianta tergiversar sobre o que fez fulano ou cicrano. Faz-se necessária ação prática contra o fato negativo de estar sendo destruída a sociedade na qual vivemos, pensar e agir no sentido de preservar a ordem indispensável a qualquer tipo de sociedade, o que se faz deixando o estado reles de povo. Inté.