A sensatez
implora por piedade ante tanta insensatez. Não faz muito tempo a imprensa
esperneou pelo fato socialmente inaceitável de ser homenageado um militar que
durante a ditadura de seus colegas torturou jovens pelo crime de querer um país
menos desigual, no que tinham completa razão. Todos que participaram daquele
movimento antissocial, portanto, também foram torturadores. Se não torturaram
fisicamente, fizeram-no espiritualmente ao contribuir para a permanência de um
movimento do qual resultou a infelicidade de muitas famílias como a de Vladimir
Herzog e do meu amigo Rosalindo Souza. Entretanto, o senhor Delfim Neto que foi
peça importante na ditadura, hoje dá aulas numa universidade paulista e é
consultor da Rádio Bandeiras AM daquela cidade. Ensinará, por acaso, o
professor Delfim Neto que o acúmulo de riqueza gera o acúmulo de pobreza, o que
leva inevitavelmente à conclusão de ser o sistema capitalista antissocial por
se fundamentar no cada um por si, quando, na realidade, a tranquilidade por
todos buscada só pode ser encontrada num sistema que leva em conta a
necessidade da cooperação mútua? Inté.
Será necessário haver tanta pobreza, choro, sofrimento? Que jovens pobres tenham que se endividar para estudar? Estará certa a conduta tradicional de terem as pessoas de trabalhar para sustentar as autoridades vivendo em palácios e com todas as suas necessidades pagas, inclusive riqueza pessoal para levar quando deixarem seus postos de trabalho? Há necessidade de tantas autoridades? Que tal matutarmos sobre estas coisas? Este é o objetivo deste blog. Nenhum mal haverá de fazer.
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016
ARENGA 220
Ao ouvir
música, poucos prestam atenção na mensagem contida na letra. Na cultura
contemporânea, música só estimula a parte de baixo do corpo porque a
mediocridade cultural predominante no mundo para a qual aculturados são
“celebridades” e “famosos”, a arte de cantar foi substituída pela sensualidade
vulgar. De ponta a ponta, o mundo inteiro virou uma Sodoma. A sexualidade
passou a merecer mais atenção do que mesmo a própria política da qual depende a
paz e a tranquilidade necessárias ao bom desempenho da sexualidade. Propagandas
de material de construção a automóveis expõem mulheres seminuas ou
completamente nuas. No Yahoo, noticia-se sobre calcinhas, cuecas e quantas
vezes determinada “famosa” trepa por dia. É nisso que se liga a juventude, e o
resultado de tanta vulgaridade é que a sensualidade está sendo substituída por
produtos químicos para que jovens tenham ereção.
Conversa de velho? Né, não senhor! É pura
verdade. O mundo está no caminho errado. Conversa de velho seria querer que as
coisas voltassem a ser como eram, o que é impossível. Mas está claro que o
resultado de tudo que aí está vai ser o desastre. Tudo que se ouve é mentira.
Que futuro tem um mundo fundamentado na mentira? Ao se debruçar sobre o que
dizem os jornais, as rádios, a televisão e o que se conversa nas ruas
percebe-se uma das duas coisas: burrice ou loucura. As pessoas, quando
conversam sobre outra coisa que não seja igreja, axé e futebola, limitam-se a
conversar sobre o que fala a imprensa. Contudo, o que é falado na imprensa são
mentiras. A imprensa é constituída de pessoas pagas para conversar. Portanto, conversam
em troca dos meios de vida necessários à subsistência. Conversam por conversar.
Não conversam sobre a realidade. Está aí na imprensa a notícia de que as pessoas
religiosas são mais honestas, o que é mentira porque já fui roubado por
religiosos, e, como ateu jamais prejudicaria alguém. Também na imprensa está a
notícia sobre um pastor que segura o pênis de fiéis para fazê-lo crescer, o que
além de desonestidade e também uma grande falta de vergonha.
A imprensa
diz que o bem-estar social depende de emprego, crescimento econômico,
enriquecimento individual, viajar muito e comprar muito, o que também é uma grande
mentira por ser este um caminho que precisa urgentemente ser abandonado se é
que a juventude não esteja convencida de que seus filhos poderão viver sem
comer, beber e respirar. Esta realidade não é conversa de velho. É SIMPLESMENTE
A REALIDADE, e quem viver verá. Inté.
terça-feira, 9 de fevereiro de 2016
ARENGA 219
Estamos
numa situação deveras complicada. Se de um lado mosquito ataca, de outro lado atacam
a insensatez e os absurdos que apesar de aceitos com naturalidade, demonstram
ser a imaturidade em nossa sociedade superior à dos demais bichos com aspecto
humano que habitam a Terra. Na verdade, a natureza ainda não permitiu aos seres
humanos desenvolvimento mental capaz de lhes permitir a própria personalidade,
razão pela qual se comportam segundo uma personalidade coletiva feita pelos
papagaios de microfone e escritores assalariados através dos meios de
comunicação, circunstância esta que justifica as propagandas definidas como
meio de explorar a estupidez humana. Exemplo desta realidade está aí à vista
com a viagem que o presidente Temer faz pelo país visando o apoio da população
com apenas conversa, quando deveria obtê-lo com realizações. Mas é bem assim
que são os seres humanos. Incapazes de raciocinar cada um por si, resultando
daí uma coletividade conduzida como querem seus condutores, que por serem
também seres humanos, e como tais desprovidos da mesma falta de personalidade
própria, são levados pelo canto da sereia do enriquecimento, dos palácios, das
mordomias e do “sabe com quem está falando?” oposto do “só sei que nada sei”,
ambos exagero porque assim como é insensato a presunção, não há sensatez no
exagero, nem mesmo na humildade. Ninguém é totalmente desprovido de saber
porque a vida é uma escola de frequência inevitável, e quem frequenta escola
aprende alguma coisa. Como o desenvolvimento mental é muitíssimo lento e
obstaculizado pela desnecessidade de pensar recomendada pela religião em
conluio com a política, não deu para se perceber a imaturidade em que ainda se
encontram os seres humanos, mormente os das repúblicas de banana cuja
imaturidade faz deles colonizados de não menos imaturos colonizadores.
Quando Lula
se queixa pela falta de defesa da parte da presidência da república contra as
acusações que lhe são imputadas, incorre na imaturidade existente em todo
aproveitador. Estaria ele pleiteando que a coletividade, arque também com o
ônus de livrá-lo da cadeia uma vez que é denunciado das coisas constantes do
livro O Chefe, e mais o crime de pagar prostituta com dinheiro público? Em tal
comportamento há imaturidade tanto dele quanto de quem se submete aos desvarios
não só dele, Lula, mas também de todos presidentes que o antecederam. Por conta
da ingenuidade humana, a administração pública ao contrário da administração de
empresa privada tem por objetivo dilapidar o capital e blindar os
administradores contra a ação das leis. Se uma pessoa comum é privado de
liberdade por traficar um craque, outro alguém por ser administrador público
pode traficar a droga correspondente à carga de um helicóptero graças à
ingenuidade de administrados que não lhes permite alcançar estar errada tal
administração, e não menos ingenuidade dos administradores que não lhes permite
estar errada tal administração. Inté.
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016
ARENGA 218
Quem
afirmou ser a propaganda a arte de explorar a estupidez humana devia estar
pensando nesta notícia no jornal: “Aline Riscado recebe R$ 120 mil por mês de
fabricante de cerveja”. Não pode ser outra coisa senão estupidez dos bebedores
de cerveja pagar esta quantia à moça para lhes dizer que cerveja beber. Por
acaso, bebedores de cerveja não tem seu próprio paladar? Com a grana paga à
moça beberiam muito mais cerveja, cresceriam muito mais a pança, apressariam
muito mais a chegada da diabetes e dos tremilicos. A foto de um candidato à
presidência da república ao lado de um jogador de futebola como propaganda para
angariar votos, da mesma forma, demonstra com clareza o grande alcance da
verdade de que a propaganda é a arte de explorar a estupidez dos estúpidos
seres humanos porque apenas estúpidos votariam num candidato por ter a seu lado
um jogador de futebola. Para quem não é estúpido, recomendaria votos foto ao
lado de um dos doutores Joaquim Barbosa, Rodrigo Janot, Sergio Mouro, Eliana
Calmon, Heloisa Helena, Plínio de Arruda Sampaio, pelaí. A propaganda manipula
a mente porque a mente pode ser manipulada como prova o hipnotismo. E quanto
mais rasteira a mentalidade, mais fácil de ser manipulada como se vê na
facilidade com que os brasileiros caem em contos do vigário, justamente por ser
o povo da mais baixa estirpe mental em todo o planeta. Brasileiros compram
carro, terreno, apartamento, pagam a entrada, e só então descobrem que foram
roubados, o que não os impede de cair na próxima esparrela. No livro Os Contos
e os Vigários – Uma história da trapaça no Brasil – Seu autor, José Augusto
Dias Junior, conta vários desses “contos”, inclusive que em Belo Horizonte
apareceu um cara vendendo lotes na lua, com mapa e tudo o mais. Aposto um
tostão furado como houve quem comprasse.
Como a
norma generalizada por aqui são as mentalidades rasteiras, fáceis de serem
influenciadas, a propaganda convence velhos a se comportarem como criança e
fingir que é Leonardo de Caprio, como mostra a foto do milionários de
braços abertos no bico do seu barco de vinte e cinco milhões. Outros velhos
confirmam a triste realidade percebida pelo Grande Mestre do Saber Charles
Darwin, quando afirmou que o brasileiro não possui as qualidades que dignificam
o homem, informação lembrada pelo jornalista Alex Ferraz. Que dignidade têm velhos
ladrões de dinheiro público marchando algemados na frente da polícia? Também
dignidade não têm adultos com brincos na orelha porque a dignidade é contra o
ridículo compreensível apenas em meninos e meninas. Na página 90 do livro O Mundo em Queda Livre,
Joseph E. Stiglitz mostra como os adultos senhores capitalistas e os políticos
forjaram as crises a fim de tomar dinheiro do governo. E acrescenta o autor que
os trabalhadores de baixa renda são obrigados a pagar a conta por erros que não
cometeram. Já passa do tempo de racionalizar a vida. Né não? Inté.
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016
ARENGA 217
Tão nocivo
à sociedade quanto os ladrões do dinheiro do leite das crianças são os
advogados que querem a bandidagem em liberdade a fim de que possam continuar
roubando e dividindo com eles o produto do roubo. Formados na mesma escola
moral dos politiqueiros das páginas policiais, os advogados mais experientes
nas artimanhas jurídicas adotaram a crença comum na politicagem de que o povo
todo é constituído de espécimes de povo. Mas não é assim, saibam os senhores
deturpadores da verdade que desonram a nobreza do espírito das leis em sua
gloriosa missão de resguardar interesses sociais que em meio à multidão de
frequentadores de igreja, axé e futebola também há espécimes de gente capazes
de pensar e concluir onde estão a verdade e a mentira. Se para a massa amorfa,
Lula pode dizer que a saúde no Brasil está perfeita, para quem se interessa por
sua sociedade isto é falso porque o Banco Mundial, segundo a imprensa, reclama
da falta de investimento em saúde no Brasil que gasta apenas 525
dólares/habitante/ano, enquanto o Canadá gasta mais de quatro mil. Tal
declaração, embora reflita a preocupação em evitar riscos para a riqueza dos
ricos donos do mundo porquanto se trata de declaração de banco, nem por isso
deixa de ter significação para os pouquíssimos brasileiros que já deixaram a
decrepitude de ser povo. Se para o povo a miséria se deve à falta Deus, para
que já saiu da triste situação de povo a falta de dinheiro se deve aos roubos
dos quais os senhores advogados de caríssimos e luxuosos escritórios recebem
uma parte, independentemente do conhecimento que deste comportamento resulta a
falta do leite das crianças pobres. Povo não sabe ser ele o patrocinador da
riqueza dos “famosos” e das “celebridades” nem o motivo pelo qual estes
aculturados viram famoso e célebres. Povo não se incomoda em ser tosquiado por
se identificar com ovelhas, com pastor e tudo. Mas gente é outra coisa porque
gente sabe direitinho tudo isso.
Se não se
planta dinheiro, evidente que não se pode colhê-lo em árvores. Dinheiro é feito
em máquinas e se destina a ser trocado por coisas das quais se necessita e que
são produzidas por trabalho. Como quem trabalha é o povo, sendo, portanto, ele
o responsável pela existência das coisas que dão origem ao dinheiro, embora
ele, povo, nada saiba disso, não se justifica seja ele mantido na pobreza em
função de sua ignorância, mesmo porque esta ignorância também é fabricada em
outras máquinas e mantida à custa do trabalho degradante da papagaiada de
microfone e escritores assalariados, trabalho do qual resulta a inferioridade
espiritual refletida nas notícias sobre bundas, peitos, calcinas, cuecas,
trepadas, coisas desse tipo. Fomentada a cultura da baixaria, fomenta-se com
ela o apodrecimento a base sobre a qual se assenta uma sociedade, base esta que
não pode prescindir dos valores éticos e morais. Inté.
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016
ARENGA 216
Se povo não
fosse povo, fazia como fez o Cícero do império romano que botou prá correr um
sujeito chato prá cachorro, chamado Catilina, por infernizar a vida política da
República Romana. Depois da Operação Lava Jato, as palavras mais ouvidas depois
de “graças a Deus” e “gôôôôôôôôô” é “nega as acusações”. Acusações das quais
apenas a justiça ainda não tem certeza de sua veracidade. A Lava Jato está orientando
a juventude no rumo certo mostrando a ela o quanto está errado o rumo indicado
pela cultura do levar vantagem própria do individualismo herdada de seus pais. É
hora, juventude, de educadamente mandar para os quintos do inferno o espírito
de Catilina presente na orientação individualista que lhes é servida nas
Harvards e nas Sorbones da vida. Há de se cuidar em abandonar a condição reles
de povo porque embora cada um dos indivíduos que formam a massa amorfa de povo
tenha capacidade de aprender, juntos, entretanto, vira manada, joguete,
rebotalho insignificante que conversa com estátua, se interessa por todo tipo de
brincadeira, mas não aprende que cuidando da sociedade é que se cuida dos
filhos que dizem amar.
Enquanto o povo permanecer na condição de
coisa, material humano, proseador com estátua, pagador de dízimo, adorador de
terreiros de brincadeiras e igrejas, ajuntador de quilo de comida na porta do
supermercado, ganhador de carro presenteado por Deus, enfim, enquanto não subir
alguns degraus na escada da evolução civilizatória não poderá compreender que a
burrice de que é vítima é fabricada e injetada em sua personalidade pelo
grupinho de um por cento da população que em função da cultura de ajuntar
riqueza já ajuntou noventa e nove por cento da riqueza do mundo e ainda quer
muito mais. Sendo senhores de escravos numa época em que a escravidão é
proibida, este grupo numericamente insignificante de escravocratas precisa
esconder a realidade, razão pela qual emprega montanhas de dinheiro para manter
o povo no mais completo analfabetismo político ou ignorância. Uma vez infectado
com o germe da ignorância, o povo se torna incapaz de pensar e, como bicho,
vive apenas para o momento presente, convicto da necessidade de pagar dízimo e
da desnecessidade de saber o rumo dos impostos que paga, deixando o campo livre
para que outros escravos, os escravos da usura, da fome por riqueza, para que possam
dar curso à ignorância de fazer figa com suas fortunas na revista Forbes, o que
constitui uma situação insustentável e perigosa.
A canalhice
nesse belo país de triste sorte chegou a níveis insuportáveis. O cinismo com
que ladrões eternizam-se roubando abertamente, graças aos jovens da Lava Jato,
tem agora o “nego as acusações” trocado pelo espetáculo deprimente da condução
para a cadeia, algemados e marchando na frente de policiais federais no desempenho
da nobre função de proteger a sociedade dos ladrões. A onda da politicagem
começou a quebrar. Deve-se providenciar para que próxima onda seja de Ciência
Política. Inté.
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016
ARENGA 215
Raros,
raríssimos, escapam do enquadramento do mestre Leonardo da Vinci que classifica
aos politicamente parvos como enchedores de latrinas. Portanto, são enchedores
de latrinas todos que usam o tempo de cuidar do futuro dos filhos em furar
orelha para dependurar argola, espernear no futebola e no axé, nas baixarias de
Fazenda e BBB, contribuindo com as campanhas de ajuda disso e daquilo porquanto
não há necessidade alguma de haver necessitados como mostra o impostômetro.
Grandes enchedores de latrina são os adeptos dos compra-compra do qual resultam
rios podres, água de beber com bosta, comida e ar com veneno. Apesar de várias
teorias a respeito, na verdade o executor do crime é tão criminoso quanto o
mandante. Assim, os papagaios de microfone cometem o mesmo crime que cometem
seus mandantes ao contratá-los para induzir os jovens ao crime de matar a
natureza. A papagaiada de microfone está a insuflar na juventude como grande
maravilha uma nova modalidade de fazer compra inventada pelos americanos.
Depois de terem os papagaios de microfone convencido a macacada das repúblicas
de banana a juntar as economias e lotar aviões para comprar coisas em Me Ame,
no que também fomenta a indústria hoteleira de lá, receberam orientação para
cometer novo crime: insuflar na macacada ser beleza pura o novo processo
americano de evitar as filas para pagar as compras, o que prova serem os
macacos humanos ainda menos inteligentes que os macacos macacos. O negócio é o
seguinte: O macaco compra um telefone e por meio dele faz o pagamento. Quer
dizer: compra mais uma quinquilharia para fazer o pagamento das outras
quinquilharias. Vai ser burro assim na pqp, pô. Só esse tipo de gente encara a
vida sem um vislumbre do resultado futuro das ações de agora, por mais
perniciosas que sejam ao amanhã das crianças que os pais dizem amar. Aqueles
pais que realmente amam seus filhos não podem concordar com absolutamente nada
do que está aí vigorando. Veja, por exemplo, a notícia publicada no caderno
CELEBRIDADES do jornal FOLHA DE SÃO PAULO: “Namoro entre Thammy Miranda e modelo Andressa Ferreira chega ao
fim”. Mas então, uma merda dessa é notícia? Enquanto a
bandidagem desbarata o dinheiro de administrar a sociedade como previra Carlos
Amorim no livro Assalto ao Poder, papagaios de escritores assalariados
apresentam esta aberração social como notícia? Alguém se interessa em saber que
o senhor Thammy e a senhora Andressa namoram ou que não namoram? O que tem o
senhor têm eles para serem celebridades? Uma olhada na biografia de ambos
deixaria quem pensa boquiaberto ao constatar os motivos que levam alguém à
celebridade no Brasil de triste sorte. Abra o olho, juventude, tire-o do
aparelho de futucar e ponha-o no erário, na Operação Lava Jato e na vida.
Do jeito
que vai esta sociedade de burros, vai dar com eles n’água. A Lava Jato está
mostrando para onde vai o erário, como ficar impassível ante tal descalabro?
Não é matando ninguém que se resolve problema. É com atitudes inteligentes,
diferentes da imbecilidade de comprar telefone para pagar contas,
principalmente de compras desnecessárias feitas apenas por ordem dos monstros
ajuntadores de dinheiro e transmitidas por seus cupinchas, os papagaios de
microfone. Não adianta tergiversar sobre o que fez fulano ou cicrano. Faz-se necessária
ação prática contra o fato negativo de estar sendo destruída a sociedade na
qual vivemos, pensar e agir no sentido de preservar a ordem indispensável a
qualquer tipo de sociedade, o que se faz deixando o estado reles de povo. Inté.
Assinar:
Postagens (Atom)